Sidebar

 
 

EMENTAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO ESCOLAR: PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS: 40H

Docente Responsável: Prof. Ms. Caio Cesar Portella Santos.

 

Conteúdo Programático: Perspectiva histórica e conceitual da evolução na educação especial. Documentos internacionais e legislação brasileira. Abrangência e pressuposto legais de educação especial no contexto político educacional brasileiro. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Conceituação de inclusão escolar. Princípios e fundamentos da inclusão escolar. Perspectiva histórica e conceitual da deficiência.  Aspectos necessários para promover a inclusão escolar. As necessidades educacionais especiais e as deficiências. Inclusão escolar e adequações curriculares.

 

Bibliografia

BRASIL. LEI n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

________. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Resolução CNE/CEB nº. 02, de 11 de setembro de 2001. Ministério da Educação, 2001a.

________. Plano Nacional de Educação. Brasília: Senado Federal, UNESCO, 2001b.

________. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Ministério da Educação, 2008.

________. Secretaria Nacional dos Direitos Humanos. (1997) Declaração de Salamanca. 2 ed. Brasília: UNESCO.

GALLAGHER, J. Educação da Criança excepcional. São Paulo: Martins Fontes, 1991. LEVITT, S. Habilidades Básicas. Campinas: Papirus, 2000.

MATTOS, Edna A. de. Contribuições do estudo e proposta para o processo de inclusão do aluno com necessidades educacionais especiais - deficiente mental - na escola regular. São Paulo, Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2000.

MAZZOTTA, M.S. Educação Especial no Brasil: História e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. BIANCHETTI, l. FREIRE, I. M. Um olhar sobre a diferença. 2a ed. Campinas: Papirus, 2000.

 

TEORIAS DA APRENDIZAGEM, DO DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO E O PROBLEMA DA INCLUSÃO ESCOLAR: 40H

Docente Responsável: Prof. Ms. Caio Cesar Portella Santos.

 

Conteúdo Programático: Aprendizagem e desenvolvimento humano. Desenvolvimento da linguagem. Funções cognitivas, sensoriais e motoras. O afeto e sua relação com a aprendizagem. Tipos de linguagem e compensação sensorial. Conceitos, princípios e determinantes do desenvolvimento humano numa abordagem fisiológica, cognitiva, emocional e sociocultural, desde o nascimento até a adolescência. As perspectivas de Vigotski, Piaget e Skinner.

 

Bibliografia

BARROS, C. S. G. Pontos de Psicologia do Desenvolvimento, 10ª Ed. São Paulo: Ática, 1997.

FACCI, M. G. D.; MEIRA, M. E. M. M.; TULESKI, S. (orgs). A exclusão dos incluídos: uma crítica da psicologia da educação à patologização e medicalização dos processos educativos. Maringá, Eduem, 2011.

FONTANA, R. & CRUZ, N. Psicologia e Trabalho Pedagógico – Série educador em construção – São Paulo: Atual, 1997.

LA TAILLE, Y., OLIVEIRA, M. K.e DANTAS,H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas  em  discussão. São Paulo, Summus, 1992,

MILLHOLAN, F e FORISHA, B E. Skinner x Rogers: maneiras contrastantes de encarar a educação. São Paulo, Summus, 1978

MOREIRA, Marco Antônio; Teorias de Aprendizagens, EPU, São Paulo, 1995. MUSSEN, P.H.;CONGER, J.J.; KAGAN, J. Desenvolvimento e Personalidade da Criança – 4º ed. São Paulo:Harbra, 1974.

PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.- Piletti, Nelson. Psicologia educacional – 2º ed. São Paulo: Ática, 1985.

VIGOTSKI, L. S. A Construção do pensamento e da linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 2010.

VYGOTSKI, L. S. Historia deldesarrollo de las funciones psíquicas superiores. Obras Escogidas, Tomo 3. Madrid, Editorial Progreso/Visor. 1994.

VYGOTSKI, L. S. Fundamentos de defectología. Obras Escogidas, Tomo 5. Madrid, Editorial Progreso/Visor. 1997.

 

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO / SALA DE RECURSOS - 30H

Docente Responsável: Prof. Ms. Eliandra Rizz de Oliveira Macedo.

 

Conteúdo Programático: Caracterização dos alunos. Conceitos oficiais. Alternativas de ensino a partir da identificação de necessidades educacionais especiais. Atendimento educacional especializado para as áreas da deficiência, TGD e Altas habilidades. Acessibilidade na comunicação e na aprendizagem. Acessibilidade nos recursos didático-pedagógicos. Identificação e implementação de recursos pedagógicos necessários à superação das barreiras de acesso e aprendizagem dos alunos com deficiência, TGD e Altas Habilidades, na escola comum, tendo como base o ensino colaborativo. Atendimento de necessidades específicas do aluno público alvo da educação especial, por meio do AEE.

 

Bibliografia

BRASIL. Ministério da Educação. Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009.Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf.

_________. Ministério da Educação e Cultura. Lei nº 9394, de 23 de dezembro de 1996. Lei que fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional Brasileira. Brasília: 1996.

__________. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação: Câmara de Educação. Resolução N.º 2, de 11 de setembro de 2001. Dispõe sobre as Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 2001b.

__________. Ministério da Educação e Cultura. Resolução N.º 3, DE 8 DE outubro de 1997. Fixa Diretrizes para os Novos Planos de Carreira e de Remuneração para o Magistério dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

__________. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na educação Básica, 2001.

DECRETO nº 7611, de 17/11/201. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Decreto/D7612.htm.

FELTRIN, Antonio Efro. Inclusão social na escola: quando a pedagogia se encontra com a diferença. 2 ed. São Paulo: Paulinas, 2004.

MENDES, Enicéia Gonçalves. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação, São Carlos, v.11, n.33, set/dez 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v11n33/a02v1133.pdf

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009. Disponível em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf

RONDÔNIA, Secretaria de Estado da Educação. Portaria 1281/10 – GAB/SEDUC. Estabelece Normas para operacionalização do Atendimento Educacional Especializado. Publicado no Diário Oficial do Estado de Rondônia 16.11.2010.

RONDÔNIA, Conselho Estadual de Educação. Resolução 552/09. Fixa Diretrizes e normas complementares para atendimento à demanda escolar nas etapas e modalidades da Educação Básica, aos alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, no Sistema Estadual de Ensino de Rondônia. Publicado no Diário Oficial do Estado de Rondônia em 27.04.2009.

SÃO PAULO. Secretaria dos direitos da Pessoa com Deficiência. Relatório mundial sobre a deficiência / World Health Organization, The World Bank; tradução Lexicus Serviços. Lingüísticos. - São Paulo: SEDPcD, 2012.

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12295&Itemid=595.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

VYGOTSKI, L. S. Fundamentos de defectología. Obras Escogidas, Tomo 5. Madrid, Editorial Progreso/Visor. 1997.

 

TECNOLOGIA ASSISTIVA – 30H:

Docente responsável: Profa. Esp. Juliana Roberta Fanti.

 

Conteúdo Programático: tecnologias assitivas em geral, mãos e pés, lazer; higiene, posicionamento, vestuário, comunicação escrita, leitura, mobilidade, alimentação, órteses, avaliação, AVD (alimentação, vestuário e higiene pessoal e bucal), AVP (cotidiano), AVC (amputação).

 

Referências Bibliográficas:

BASTOS, Maria Inês de Souza Ribeiro. Inclusão digital e social de pessoas com deficiência: textos de referência para monitores de telecentros . Brasília, DF: UNESCO, 2007.

BERSCH, R. Introdução à tecnologia assitiva. Porto Alegre, 2013a.(disponível em:

http://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf)

BERSCH, R. Recursos Pedagógicos Acessíveis: Tecnologia Assistiva (TA) e Processo de Avaliação nas escolas. Porto Alegre, 2013b. (disponível em: http://www.assistiva.com.br/Recursos_Ped_Acessiveis_Avaliacao_ABR2013.pdf)

GALVÃO FILHO, Teófilo. A Tecnologia Assistiva: de que se trata? In: MACHADO, G. J. C.; SOBRAL, M. N. (Orgs.). Conexões: educação, comunicação, inclusão e interculturalidade. 1 ed. Porto Alegre: Redes Editora, p. 207-235, 2009. (disponível em: http://www.galvaofilho.net/assistiva.pdf)

GALVÃO FILHO, Teófilo. Tecnologia Assistiva para uma Escola Inclusiva: apropriação, demandas e perspectivas. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2009. (disponível em: http://www.galvaofilho.net/tese.htm)

OKUMURA, M.L.M.; CANCIGLIERI JUNIOR, O. Engenharia Simultânea eesenvolvimento Integrado de Produto Inclusivo: Processo de Desenvolvimento Integrado de Produtos orientados para Tecnologia Assistiva – proposta de Framework Conceitual. Saarbrücken, (Germany): OmniScriptum GmbH & Co. KG (NEA), 2014.

(http://www.amazon.com/Engenharia-Simult%C3%A2nea-Desenvolvimento-Integrado-Inclusivo/dp/3639684494)

 

APAE - 30h:

Docente responsável: Profa. Ms. Eli de Haro Petrechen

 

Conteúdo Programático:

Histórico, estrutura e funcionamento da instituição. Os convênios e financiamentos. A abrangência do atendimento. O público atendido e os tipos de deficiência comuns e raros. O caráter educativo da relação apae-famílias. A formação dos profissionais da instituição.

 

Referências Bibliográficas:

Revista Deficiência Intelectual: vários números.

Glóssário temático Deficiência Intelectual. São Paulo, Instituto Apae, 2014.

Manuais ilustrados do Instituto Apae São Paulo, várias edições.

Relatórios de atividades da Apae São Paulo, de 2011 a 2014.

Um pouco da história do movimento das apaes. Instituto apae São Paulo. Disponível em: LINK

 

CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA ESCOLA INCLUSIVA - 30H

Docente Responsável: Profa. Dra. Clarice Alencar.

 

Conteúdo Programático: Currículo: estudo histórico das principais correntes da educação. Conteúdos e métodos nas propostas curriculares. Seleção dos conteúdos, metodologia do trabalho, organização do espaço e tempo. A rotina e as atividades: a brincadeira, corpo e movimento, artes, histórias e recreação. Avaliação: Elementos essenciais de avaliação. O desafio de avaliar o desempenho. Avaliar x testar. Tipos de avaliação aplicados na educação e suas manifestações na prática. Avaliação educacional: planejamento, implementação e operacionalização.

 

Bibliografia

APPLE, Michael W. Ideologia e currículo 2006

BEYER, Hugo Otto Inclusão e avaliação na escola de alunos com necessidades especiais 2010

BURAS, Kristen L.; APPLE, Michael W. Currículo, poder e lutas educacionais: com a palavra os subalternos 2008

CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra Avaliação e intervenção em habilidades metafonológicas e de leitura e escrita 2009

CARVALHO, Maria Eulina Pessoa de; PEREIRA, Maria Zuleide da Costa; CAVALCANTI, Rita de Cássia Globalização, intercultaralidade e currículo na cena escolar 2009

CATANI, Denice Barbara; GALLEGO, Rita de Cassia Avaliação 2010 FERREIRA, Lucinete Retratos da avaliação 2009

FONSECA, Selva Guimarães Currículos, saberes e culturas escolares GONÇALVES E LIMA, Augusto César; LINS, Mônica Regina Ferreira; OLIVEIRA, Luiz Fernandes de Diálogos interculturais, currículo e educação 2009

GOODSON, Ivor F. Políticas de currículo e de escolarização, As 2008

JONNAERT, Philippe; ETTAYEBI, Moussadak Currículo e competências 2010

KELLAGHAN, Thomas; GREANEY, Vicent Avaliação dos níveis de aproveitamento escolar - vol 1 2010

KELLAGHAN, Thomas; GREANEY, Vicent Uso dos resultados da avaliação do aproveitamento escolar – vol 5 2010

LOPES, Alice R.C.; FAGUNDES, Elizabeth Macedo de; ALVES, Maria Palmira Carlos Cultura e política de currículo

McKERNAN, James Currículo e imaginação: teoria do processo, pedagogia e pesquisa ação 2009

MOREIRA, Flávio Barbosa; CANDU, Vera Maria Currículo: políticas e práticas 2005

RABELO, Edmar Henrique Avaliação: novos tempos, novas práticas 2004

TEIXEIRA, Josele; NUNES, Liliane Avaliação inclusiva: a diversidade reconhecida e valorizada 2010

TENÓRIO, Robinson Moreira; LOPES, Uaçai de Magalhães Avaliação e gestão: teorias e práticas 2010

VASCONCELLOS, Celso dos Santos Avaliação da aprendizagem: práticas de mudança por uma práxis transformadora 2008

 

INTRODUÇÃO À DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: 40H

Docente Responsável: Profa. Ms. Eliandra Rizzi de Oliveira Macedo

 

Conteúdo Programático: A deficiência intelectual na humanidade. Concepções, definições, diagnóstico diferencial entre tipos de deficiência intelectual. Inteligência: bases biológicas e pressupostos teóricos. DI: tipos, graus e causas. Deficiência intelectual e dificuldade de aprendizagem. Desenvolvimento de processos cognitivos e a apropriação ativa do conhecimento pelo aluno com deficiência intelectual. Fundamentos da construção do conhecimento e os princípios da aprendizagem ativa. Concepção da deficiência intelectual e seus processos de aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva. Atendimento Educacional Especializado para o aluno com deficiência intelectual e a interlocução deste atendimento com a sala de aula comum.

 

Bibliografia

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares. Estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC/ SEF/ SEESP, 1999.

Educação Especial. Disponível em <http: //www.portal.mec.gov.br>

FERREIRA, M.C.C. A prática educativa e a concepção de desenvolvimento psicológico de alunos com deficiência mental. Campinas, 1994, p. 160. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação – Universidade Estadual de Campinas.

FREIRE, Paulo, Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: paz e Terra, 1996.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Ministério da Educação e Cultura – MEC Disponível em http: //www.portal.mec.gov.br

LUCKESI, Cipriano C., Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudos e preposições. São Paulo: Cortez, 2002.

O que é Deficiência Intelectual? Disponível em:<WWW.revistaescola.abril.com.br>

O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo. Disponível em < www.inclusaobrasil.blogspot.com.br >.

VYGOTSKI, L. S. Fundamentos de defectología. Obras Escogidas, Tomo 5. Madrid, Editorial Progreso/Visor. 1997.

 

SÍNDROME DE DOWN: CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS E MÉTODOS DE ENSINO PARA CRIANÇAS COM A SÍNDROME - 50H

Docente Responsável:  Profa. Ms. Eli de Haro Petrechen.

 

Conteúdo Programático: Breve histórico da síndrome de down; Diagnóstico e etiologia; Tipos de comprometimento cromossômicos; Desenvolvimento da criança com síndrome de down; Síndrome de down e transtornos invasivos do desenvolvimento; Patologias associadas; Cardiopatias congênitas; Complicações respiratórias; Instabilidade atlantoaxial; Problemas visuais e auditivos; Problemas da tireoide; Estimulação essencial; Intervenção precoce; Estimulação - estágio sensório-motor; Estimulação e o papel dos pais; Enfoques da intervenção pedagógica junto à criança down; A importância do currículo; Classe especial; Alfabetização; Política Nacional da Educação Especial; História da Educação Especial; A inclusão na educação infantil; Metodologias ou proposta educacional para crianças com síndrome de down; Adaptações curriculares; Avaliação; A família e a síndrome de down; Diagnóstico e informação aos pais; Acompanhamento pré-natal; Acompanhamento pós-natal; Acompanhamento na adolescência; Acompanhamento na idade adulta; Superproteção; Negligência; Mercado de trabalho;

 

Bibliografia:

CORRETGER, J. M.; JAUME, C.; TRIAS, K. Síndrome de Down A-Z: um guia para pais e profissionais. Campinas, Saberes Editora, 2011.

MAIA, A. C. B. ; RIBEIRO, P.R.M. Elaboração de uma cartilha de Orientação para professores sobre a sexualidade e a Síndrome de Down.. In: GOMES, Ines; MAIA, Rui Leandro (Eds.)..(Org.). Special Education: From Theory to Practice..Porto, Portugal: University Fernando Pessoa editions, 2009, v. 1, p. 1027-1035.

MAIA, A. C. B. ; RIBEIRO, P. R. M. Orientação sexual e Síndrome de Down: esclarecimentos para educadores. 1. ed. Bauru: Faculdade de Ciências, 2009. 65 p.

MAIA, Ana Cláudia Bortolozzi; ARANHA, Maria Salete Fábio. Relatos de professores sobre manifestações sexuais de alunos com deficiência no contexto escolar. Revista Interação em psicologia (Curitiba) , v.9, p.103 - 116, 2005.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diretrizes de atenção à pessoa com síndrome de Down. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

MOREIRA, L. Et Al. A síndrome de Down e suas patogênese: considerações sobre o determinismo genético. Ver Bras, Psiquiatria.Sao Paulo 2000.

PIMENTEL, Susana Couto. Conviver com a Síndrome de Down em escola inclusiva: mediação pedagógica e formação de conceitos. Petrópolis: Vozes; Coleção Educação Inclusiva, Petrópolis, RJ, 2012. 190 p.

PORTILHO, Y. Fonoaudiologia sobre a Síndrome de Down. Disponível em

TUNES, E., PIANTINO, L. D. Cadê a Síndrome que estaba aquí?O gato comeu…: o Programa da Lurdinha. Campinas, Autores Associados, 2006.

 

AUTISMO - 50H

Docente Responsável:Ms. Eder Ricardo da Silva

 

Conteúdo Programático: O Transtorno do Espectro Autista (TEA). História e definições. A Síndrome de Asperger. Autismo e sexualidade. Metodologia de trabalho com alunos autistas. Avaliação pedagógica e autismo.

 

Bibliografia:

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 4 ed. Lisboa: Climepsi Editores, 2005. 

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 5 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2014.ANDRADE, A. A.; TEODORO, M. L. M A. Implicações do Transtorno do Espectro do Autismo de Alto Funcionamento na dinâmica familiar. In: CAMARGOS JR., W. Síndrome de Asperger e outros Transtornos do Espectro do Autismo de Alto Funcionamento: da avaliação ao tratamento. Belo Horizonte: Artesã, 2013. p. 197-212.

BIALER, M. A Lógica Do Autismo: Uma Análise Através Da Autobiografia De Um Autista. Psicologia em estudo, Maringá, v. 19, n. 4, p. 645-655, 2014. 

CAMARGOS JR, W. Introdução. In:______. Síndrome de Asperger e outros Transtornos do Espectro do Autismo de Alto Funcionamento: da avaliação ao tratamento. Belo Horizonte: Artesã, 2013a.p. 13-24.

CEZAR, P. K.; SMEHA, L. Repercussões do autismo no subsistema fraterno na perspectiva de irmãos adultos. Estudos em psicologia, Campinas, v. 33, n. 1, p. 51-60, 2016 .

COSTA, G. O.; SOUZA, C. B. A. Ensino De Linguagem Receptiva Para Crianças Com Autismo: Comparando Dois Procedimentos. Acta Colombiana Psicologia,Bogotá,  v. 18, n. 2, 2015.

DANTAS, T. C.; SILVA, J. S. S.; CARVALHO, M. E. P. Entrelace entre gênero, sexualidade e deficiência: uma história feminina de rupturas e empoderamento. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 20, n. 4, p. 555-568, 2014.

NATALE, L. L.; OLIVEIRA, L. F. S. Aspectos da sexualidade das pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo de Alto Funcionamento. In: CAMARGOS JR., W. (Org.) Síndrome de Asperger e outros Transtornos do Espectro do Autismo de Alto Funcionamento: da avaliação ao tratamento. Belo Horizonte: Artesã, 2013. p. 213-228.

MAIA, A. C. B. Reflexões sobre a sexualidade da pessoa com deficiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 7, n. 1, p. 35-46, 2001.

______, A. C. B. Sexualidade e Deficiências. São Paulo: Editora UNESP, 2006.

______. Sexualidade, Deficiência e Gênero: reflexões sobre padrões definidores de normalidade. In: JUNQUEIRA, R. D. (Org). Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre homofobia nas escolas. Brasília: UNESCO, 2009a.p. 265-291.

______. Educação sexual de pessoas com deficiência mental. In: FIGUEIRÓ, M. N. D.; RIBEIRO, P. R. M.; MELO, S. M. M. (Org.) Educação sexual no Brasil: panorama de pesquisas do sul e do sudeste. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009b. p. 141-148.

______. Conceito amplo de sexualidade. Psicopedagogia OnLine, 2010. Disponível em: <http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1303>. Acesso em: 10 de set. 2015.

 

OUTRAS SÍNDROMES (X-FRÁGIL, PRADER-WILLI, ANGELMAN, WILLIAMS, MICROCEFALIA): 40H

Docente Responsável: Profa. Dr. Joana Darc Teixeira.

 

Conteúdo Programático: Histórico das síndromes, incidência e causas orgânicas, comprometimentos intelectuais, características principais, métodos de ensino e adaptação curricular.

Referências Bibliográficas:

 

BOY, R. CORREIA, P. S.et al. Síndrome do X-Frágil: Estudo caso-controle envolvendo pacientes pré e pós-puberais com diagnóstico confirmado por análise molecular. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2001000100017

LIMA, L.; FERREIRA, P. L. F. T; LEITE, I. R.Síndrome de Prader-Willi: uma revisão atualizada. Disponível em:

http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=5135

PEÑAS, J. J. G.; ANDÚJAR, F. R. Alteraciones del perímetro craneal: microcefalia y macrocefalia. Disponível em:

http://acondroplasiauruguay.org/documentos/informacion%20medica/a/Perimetro%20craneal%20macrocefalia.pdf

MACHADO, M. T., et al. Achados Neuro-Urológicos da Síndrome de Williams. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, 1998, 56 (3-b): 683-687.

QUEIROZ, A. M.; BOTTÓS, G. N.; PIN, N. A. M. et al. Síndrome de Angelman: relato de caso clínico. Rev. Inst. Ciênc. Saúde;23(3):235-238, jul.-set. 2005.

 

CONDUTAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: 40H

Docente Responsável: Profa. Ms. Kátia Abreu Fonseca.

 

Conteúdo Programático: Aspectos psicossociais, culturais e linguísticos dos diferentes níveis de escolaridade. Processo de profissionalização e construção de autonomia. Projeto Pedagógico da escola. A motivação do aluno com deficiência intelectual. Currículo escolar: adaptações de acesso ao currículo. Procedimentos de ensino e avaliação. Desafios em relação às expectativas escolares, familiares e da comunidade. A organização do ambiente escolar como fator estratégico para a inclusão Jogos e brincadeiras como recursos facilitadores para a aquisição de conhecimento, desenvolvimento da linguagem e comunicação, desenvolvimento motor, autoconhecimento e socialização.

 

Bibliografia:

BEYER, H. O. A educação inclusiva: incompletudes escolares e perspectivas de ação. In: Cadernos de Educação Especial. Santa Maria: UFSM, 2003. N. 22.

BIANCHETTI, L. Aspectos históricos da apreensão e da educação dos considerados deficientes. In: Um olhar sobre a diferença: interação, trabalho e cidadania. Campinas – SP: Papirus, 1998.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9394/96. Brasília, 1996. _______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP: 1994.

_______. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Projeto Escola Viva. Garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola - Alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC/SEESP, 2000. V. 1

________. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Parecer CNE/CEB n.017/2001. ________. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Parecer CNE/CEB n.017/2001. ________. Ministério de Educação/Secretaria de Educação Especial. Educação Inclusiva. Direito à Diversidade. Curso de Formação de Gestores e Educadores Brasília: MEC/ SEESP, 2004.

EDLER CARVALHO, R. Educação inclusiva: com os pingos nos is. Porto Alegre: Mediação, 2004.

__________________, R. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2001.

FERNANDES, S. Fundamentos para Educação Especial. Curitiba: IBPEX, 2006a.____________, S. Metodologia da Educação Especial. Curitiba: IBPEX, 2006b. FERREIRA, M. E. C.; GUIMARÃES, M. Educação inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

FONTES, R. de S. Educação Especial um capítulo à parte na história do direito à educação no Brasil. In: Revista Ensaio. Avaliação de políticas públicas educacionais. Rio de Janeiro: 2002 v.10.

FRANCO, M. O PCN e as adaptações curriculares para alunos com necessidades educacionais especiais: um debate. In: TEIAS: Revista da Faculdade de Educação. Rio de Janeiro: UERJ, Faculdade de Educação, 2000. n.1 (jun.2000) pp74-83.

GONZÁLEZ, J. A. T. Educação e diversidade: bases didáticas e organizativas. Porto Alegre: ARTMED, 2002. p. 67

LANDÍVAR, J. Adaptaciones curriculares. Guia para los professores tutores de educación primaria y de educación especial. Espanha – Madrid: Ciencias de laeducaciónpreescolar y especial, 2002.

LUNARDI, M. L. Medicalização, reabilitação, normalização: uma política de educação especial. Disponível http://www.educacaoonline.pro.br/art_medicalizacao.asp?f_id_artigo=466 Acesso 04/04/2006

MANTOAN, M.T.E. "Educação de deficientes mentais: O itinerário de uma experiência". Campinas: Unicamp/Faculdade de Educação, 1987, dissertação de mestrado.

______. Compreendendo a deficiência mental: Novos caminhos educacionais. São Paulo: Scipione, 1988.

______. "A solicitação do meio escolar e a construção das estruturas da inteligência no deficiente mental: Uma interpretação fundamentada na teoria de conhecimento de Jean Piaget". Campinas: Unicamp/Faculdade de Educação, 1991, tese de doutoramento. ______. "Construtivismo psicológico e integração escolar de deficientes". Trabalho apresentado na XXV Reunião Anual de Psicologia da Sociedade Brasileira de Psicologia. Ribeirão Preto, 1995.

ROSS, P. R. Educação e trabalho: a conquista da diversidade ante as políticas neoliberais. BIANCHETTI, L; FREIRE, I. In: Um olhar sobre a diferença: interação, trabalho e cidadania. Campinas – SP: Papirus, 1998.

 

ENSINO DE HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA AUMENTATIVA: 40H

Docente Responsável:Prof. Esp. Lis Amanda Moraes Darróz.

 

Conteúdo Programático: O método Teacch Comunicação alternativa aumentativa. Intervenção precoce.

 

Bibliografia:

BEZ, M. R. Comunicação aumentativa e alternativa para sujeitos com transtornos globais do desenvolvimento na promoção da expressão e intencionalidade por meio de ações mediadoras. Dissertação de mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2010.

BROWNING, N. (2008). Curso sobre a comunicação alternativa – falada e escrita. In http://www.assistiva.com.br/. Acedido em 28 de Dezembro de 2009

CESA, C. C. A comunicação eumentativa e a alternativa em uma perspectiva dialógica na clínica de linguagem. Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Santa Maria/RS, 2009.

KUMIN, LIBBY (2008). Helping Children with Down Syndrome Communicate Better: Speech and Language Skills for Ages 6-14. CCC-SLP. In http://www.woodbinehouse.com/. Acedido em 28 Dezembro de 2009.

PONTO, M. Comunicação Aumentativa: Mitos e Preconceitos. Acessível em:

http://www.fappc.pt/. Acedido em 28 Dezembro de 2009.

 

CURRÍCULO FUNCIONAL NATURAL (CFN): 40H

Docente Responsável: Profa. Ms. Eli de Haro Petrechen.

 

Conteúdo Programático: Princípios básicos sobre o CFN: proposta de ensino. Abrangência a aplicabilidade do CFN.

 

Bibliografia:

CERQUEIRA, M. T, A. Currículo Funcional da Educação Especial para o desenvolvimento do aluno com deficiência intelectual da 12 a 18 anos. Disponível em:

LINK

PARANÁ, SEEPROG. Diretrizes curriculares da educação especial para a construição de currículos inclusivos, 2006.

LE BLANC, J. M. El Currículo Funcional em la Educación de La Persona com

Retardo mental, 1992.

SAVIANI,. D. Educação: do Senso Comum à Consciência Filosófica. São Paulo:

Cortez, 1980.

SAVIANI, N. Saber Escolar, Currículo e Didática. Autores associados, 1994.

 

ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 100H

Divididos 15h sala de aula (adaptação curricular); 15h sala de recurso (atendimento especializado); 20h na APAE (currículo funcional), 30h de supervisão e 20h de elaboração de relatórios.

Docente Responsável: Profa. Ms. Eliandra Rizzi de Oliveira Macedo.

 

Conteúdo Programático: Vivência de processos de investigação e problematização da realidade educacional inclusiva, a partir do campo de estágio e dos aportes teóricos da Educação Especial tendo em vista o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e compromissos inerentes à profissão docente. Ênfase no apoio Escolar e participação na gestão de processos educativos e acompanhamento de atividades em ambientes não escolares. Elaboração da parte escrita do estágio textos, relatórios, seminários e oficinas. Desenvolvimento de pesquisa por meio do conhecimento científico da educação.

 

Bibliografia:

AIRES, P. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar, 1981. AMIRALIAN, M. L. T. M. Psicologia do excepcional. São Paulo, EPU, 1986.

ASSAKI, R. K. S. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: W. V. A, 1997.

BAUMEL, R. C. R. de C. & SEMEGHINI, I. Integrar/incluir: desafio para a escola atual. São Paulo: FEUSP, 1998.

BUENO, J.G.S. Educação Especial Brasileira: Integração/Segregação do aluno diferente. São Paulo: EDUC, 1993.

CAMPBELL, L. Ensino de aprendizagem por meio das Inteligências Múltiplas. Artmed, Porto Alegre, 2000. Rua Quinca Honório Leão nº 1030 Setor Morada do Sol - Fone/fax (64) 3620-4700 Rio Verde – GO Cep 75901 –391 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. CNPJ MF: 04.284.276/0001-08

CUNHA, M. I. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus,1989.

DUK, C. Educar na Diversidade: material de formação docente. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial, 2005.

GONÇALVES, R. Didática geral. 11.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,1982. GUDESDORF, G. Professores para quê? São Paulo: Martins Fontes,1987. HILLAL, J. Relação professor-aluno, formação do homem consciente.2.ed. São Paulo:Paulinas,1985. LIBÂNEO, J. C. Adeus professor, adeus professora? São Paulo: Cortez,1998.

MAZZOTTA, M. & SILVEIRA, J. Educação especial no Brasil: História e políticas. São Paulo: Cortez, 1996.

MORAIS, R. de. (org.). Sala de aula, que espaço é esse? 5.ed. Campinas: Papirus. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre :artmed,1998.

NIELSEN, L. B. Necessidades Educativas Especiais na Sala de aula: Um Guia para Professores.Porto. Porto Ed., 1999.

 

 

NÚMERO DE VAGAS

Serão oferecidas cinquenta (50) vagas para o curso.

 

 

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação do desempenho dos alunos será realizada através de:

• Avaliação dos módulos, levando em consideração todos os trabalhos desenvolvidos em cada um dos módulos. A partir da concepção de que a avaliação é um momento de aprendizagem, seu formato será o que melhor se adeque ao conteúdo e à metodologia adotados nos diferentes módulos. Os docentes terão autonomia para acordar com a turma a forma e a quantidade de avaliações por módulo.

O aluno será considerado aprovado nas disciplinas/módulos desde que obtenha frequência mínima obrigatória de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária da disciplina/módulo e nota final igual ou superior a 7,0 (sete).

 

CONTROLE DE FREQUÊNCIA

A frequência mínima obrigatória é de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária de cada módulo oferecido.

 

CERTIFICAÇÃO

Será fornecido certificado de aproveitamento – especialista em Educação Especial – aos alunos que se submeterem às avaliações e lograrem desempenho igual ou superior ao mínimo exigido pelo curso.

 

REFERÊNCIAS:

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial, Documento Subsidiário à política de Inclusão. Brasília, 2005.

BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB 2/2001. Diário Oficial da União,

Brasília, 14 de setembro de 2001. Seção 1E, p. 39-40


 

PROJETO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO ESPECIAL: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

 

O estágio curricular é componente importante do currículo do Curso de Especialização em Educação Especial: deficiência intelectual do IMESSM e objetiva a complementação da formação dos pós-graduandos com atividades práticas assistidas. Sua carga horária será de cem (100) horas de atividades, considerando intervenções nas instituições conveniadas, reuniões de supervisão e elaboração de relatórios. Os/as Estagiários/as deverão apresentar às escolas, APAEs de São Manuel e/ou região ou outras instituições, um projeto de convênio para a realização do Estágio Curricular. O documento com as cláusulas do convênio será fornecido pelo próprio IMESSM e prevê a participação dos/as estagiários/as nas atividades correntes das instituições conveniadas.

 

Art. 1 – Das atividades do estágio

As atividades de intervenção poderão ser realizadas em escolas municipais, estaduais, em APAEs da cidade e/ou região de São Manuel ou qualquer outra instituição aprovada pela Coordenação de Pós-Graduação. As atividades de observação e intervenção serão realizadas nas instituições conveniadas e as supervisões, no próprio IMESSM.

As atividades do estágio devem ser diversificadas em cinco tópicos: sala de aula, sala de recursos, APAE, supervisão e elaboração de relatórios.

 

1.1 – Sala de aula (15h). Estas atividades podem variar entre observação, acompanhamento de alunos/as de inclusão, conversas com professores/as e psicopedagogos/as. Em todos esses tipos de intervenção, a atenção do/a estagiário/a estará voltado para a adaptação curricular, as formas de modificação dos conteúdos e formas de ensino, especializados para o tipo de desenvolvimento da/s criança/s em questão.

1.2 – Sala de Recursos (15h). Os/as Estagiários/as deverão acompanhar as atividades de atendimento especializado desenvolvidas na sala de recursos ou quaisquer outras de atendimento especializado, observando e auxiliando os/as profissionais designados/as para o cargo e dirigindo atividades conforme planejamento e acordo prévio com esses/as profissionais.

1.3 – APAE (20h). Os/as Estagiários/as deverão solicitar às APAEs conveniadas acompanhamento das atividades especializadas do Currículo Funcional para compreender sua elaboração e implementação prática. Os/as Estagiários/as acompanharão e/ou dirigirão atividades de acordo com planejamentos prévios com a equipe das APAEs e os planos de supervisão.

1.4 – Supervisões (30h). Os/as Estagiários/as deverão acompanhar semanalmente as atividades de supervisão, que objetivam planejamento, avaliação e interpretação das intervenções práticas em todas as suas modalidades.

1.5 – Elaboração de relatórios (20h). Os/as Estagiários/as deverão elaborar e apresentar relatórios parciais e um final de todas as atividades desenvolvidas ao longo do Estágio. A apresentação e aprovação do Relatório Final de Estágio é requisito fundamental para a obtenção da titulação de Especialista em Educação Especial: deficiência intelectual.

 

Art. 2 – Da frequência

Os/as Estagiários/as deverão individualmente participar de todas as atividades do Estágio numa proporção mínima de 75% de frequência e 25% de ausência. As ausências devem ser previamente anunciadas e justificadas. Os/as Estagiários/as deverão portar um documento (padrão do IMESSM) de registro da carga horária das atividades nas escolas e APAEs que deve ser preenchido a cada visitas às instituições e assinado por pessoa designada por elas, comprovando assim a presença e permanência do/a estagiário/a nas instituições.

 

Art. 3 – Da aprovação

Serão aprovados/as no Estágio, os/as alunos/as que obtiverem nota igual ou superior a sete (7,0) na média dos relatórios parciais e no Relatório Final de Estágio e que obtiverem frequência mínima comprovada de 75%. Os critérios de atribuição de nota são: participação das atividades do Estágio; cumprimento do cronograma e das deliberações de supervisão e das instituições conveniadas; qualidade da redação dos relatórios e cumprimento de prazos.

 

Art. 4 – Da periodicidade.

Não há periodicidade pré-definida para a realização do estágio, uma vez que dependemos da disponibilidade e conveniência de horários de instituições educativas diversas. Sugere-se, porém, que se desenvolvam todas as atividades do Estágio no período de um semestre letivo.

 

Art. 5 – Dos casos omissos.

Casos omissos serão avaliados e julgados pela Coordenação de Pós-Graduação em parceria com a Direção do IMESSM.